Já não há Queen. Por sinal, já não há Wembley. Mas é pela união destes dois fenómenos que foi escrita a história do mais extraordinário concerto de rock da década de 80. Tudo foi excepcional, um exercicio alquímico perfeito entre os efeitos vocais e cénicos, a euforia do público e a destreza de um quarteto raro. Para ver no Arte.in Expresso, 25 Julho 2009
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